Setor da Construção Civil aposta em crescimento e geração de empregos

Setor da Construção Civil aposta em crescimento e geração de empregos

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) acredita que as novas medidas do Programa Minha Casa Minha Vida irão movimentar toda a cadeia da construção civil e gerar empregos.

As novas medidas foram anunciadas pelo Governo Federal no ínico de fevereiro com o objetivo de combater o déficit habitacional e impactar diretamente a economia do País.

Para o presidente da Abrainc, Rubens Menin, o crescimento econômico do país está diretamente ligado ao crescimento da construção civil. “O setor da construção representa 8% do PIB e é o que mais emprega.
Vai ter um impacto muito grande na economia, no desenvolvimento social e evidentemente no emprego”.

Para ele, as novas medidas irão ajudar o país a voltar a crescer o que é ótimo para o setor que sofreu com a crise financeira dos últimos dois anos.

“Esse é um pilar mesmo importante para o País voltar a crescer sustentavelmente, voltar a empregar, criar desenvolvimento social, e a casa própria é desenvolvimento social”, completou.

Construção Civil deve aumentar o número de funcionários

As novas medidas reajustam o perfil de renda das famílias que poderão participar do Minha Casa Minha Vida.

As mudanças fora de: R$ 2.350,00 para R$ 2.600,00 na Faixa 1,5; de R$ 3.600 para R$ 4.000,00 na Faixa 2; e de R$ 6.500,00 para até R$ 9 mil na Faixa 3.

Outra alteração foi no valor do imóvel nas operações do FGTS que agora pode chegar até 240 mil, dependendo da região do País.

Quem também aposta que essas medidas irão melhorar o setor da construção civil e aumentar o emprego é a vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Betinha Nascimento.

Ao Portal Planalto ela comentou que as construções através do programa melhoram todo o mercado, desde a fabricação dos materiais de construção, até aos trabalhadores finais.

“Hoje o setor que mais agiliza na resposta imediata é a construção civil. Começa na areia, no cimento, na brita. É a cadeia dos ‘mil itens’. É um segmento que movimenta todo o mercado”, declarou.

“Além dos trabalhadores que o setor emprega, ainda tem a geração de empregos indiretos”, completa.

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