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Reforma: plataforma promete ajudar clientes a economizarem

Um estudo do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) mostra que 70% das pessoas gostariam de contar com um arquiteto em seus projetos de reformas e obras, mas 85% dos entrevistados fazem esses serviços sem o apoio técnico necessário.

A grande maioria acredita que o serviço de um arquiteto é caro e que, por conta disto, não poderá arcar com a obra e o valor do trabalho de um profissional.

“Existe um conceito de que contratar um arquiteto para desenvolver um projeto é algo muito caro e que o custo benefício não vale a pena. O que não é verdade, pois um projeto bem elaborado pode reduzir em até 25% os custos de execução da obra e evitar os transtornos comuns com fornecedores e de retrabalho”, garante o arquiteto Ivan Cassola.

Foi pensando em unir essa quantidade incrível de pessoas interessadas em reforma com profissionais que Cassola desenvolveu o a Arkdek, uma plataforma que conecta quem precisa reformar com arquitetos de maneira 100% digital.

“O projeto é um guia da obra, para organizar e facilitar a sua execução, uma espécie de manual de instalação. É uma maneira de criar condições para colocar em prática as vontades e as necessidades das pessoas em relação a obra, possibilitando que elas se encaixem dentro do orçamento”, explica.

Através dessa plataforma o interessado em fazer uma reforma poderá definir várias questões antes de começar o projeto, conseguindo assim economizar não apenas dinheiro, mas também o tempo da execução da obra.

Um projeto de arquitetura contempla todas as informações necessárias sobre cada ambiente, como planta de layout (distribuição de espaço), detalhamento de instalações hidráulicas e elétricas, sugestões de acabamento (pedras, louças, metais, pisos, cortinas, revestimentos, etc) e um estudo com imagens de referência do mobiliário.

Definindo os detalhes já é possível iniciar a reforma sem se preocupar com problemas que podem surgir no meio do caminho e que geram gastos extras.

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Filtro solar é Equipamento de Proteção Individual na construção civil

Empresas da construção civil precisam se atentar para o que determina uma portaria do Ministério do Trabalho que colocou o filtro solar como Equipamento de Proteção Individual (EPI).

Como a maioria das obras acontecem em locais abertos, os trabalhadores ficam expostos ao sol e propensos a desenvolver o câncer de pele.
A doença mata mais de 3 mil brasileiros todos os anos e pode ser evitada através do uso de protetor solar que deve ser aplicado todos os dias.

Para se ter uma ideia do nível de desenvolvimento desta doença, o câncer de pele corresponde a 30% dos tumores malignos registrados no país. Só em 2016 175.760 casos da doença foram identificados no Brasil.

Empresas do setor de construção civil já entenderam a importância do uso do filtro solar e já entregam o produto aos seus colaboradores.

Um dos principais exemplos é o trabalho da empresa Dinâmica Engenharia que atua em Goiás. A empresa dá palestras aos seus trabalhadores sobre o tema e os estimula a passar o protetor todos os dias.

Empresas da construção civil devem tratar sobre o tema:

Na Dinâmica Engenharia a técnica de segurança do trabalho, Marta Vilela, explicou que os trabalhadores da construção civil devem aplicar o protetor duas vezes ao dia, ainda que o dia esteja nublado.

“Eles passam o filtro solar ao chegarem na obra e ao retornarem do almoço”, afirmou a profissional. Ainda de acordo com ela a empresa gasta 8 itros de filtro solar só em uma de suas obras.

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) indica o uso de protetores com no mínimo o FPS 30 que forma uma barreira contra os raios solares que podem causar a doença.

Fora isso, o instituto também indica o uso de chapéus ou bonés, indica o uso de roupas de mangas longas de algodão e, quando for possível, usar óculos de sol.

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Indústria de materiais de construção está mais otimista

O mês de abril foi um divisor de águas na indústria de materiais de construção, segundo termômetro do mercado feito pela ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria Materiais de Construção).

A sondagem realizada com empresas do setor mostra que a expectativa é de um crescimento de 25%, o dobro do desempenho apresentado no mês de março que ficou em 12,5%.

“O otimismo do empresariado é um balizador relevante para toda cadeia do setor da construção, principalmente para o mercado interno”, afirmou Walter Cover, presidente da ABRAMAT.
O setor tem mostrado melhoras nos últimos meses, após meses de estagnação estimulada pela crise financeira. Para que o mercado melhor de fato, há uma série de medidas que precisam ser tomadas.

“Ainda há fatores que precisam melhorar como corte na taxa de juros, redução do desemprego e ações do governo federal para que o país retome o crescimento para os próximos meses”, destaca Cover.

O mercado de materiais de construção vem apostando em uma melhora por conta de programas como o Cartão Reforma, um benefício do governo federal que permite o financiamento da compra de produtos para construção e reforma.

Mercado externo de materiais de construção tem baixa expectativa.

Se o mercado interno está retomando o crescimento, o externo pode demorar para mostrar melhoras segundo os associados da ABRAMAT.

“A valorização do real prejudica o mercado externo e por esse motivo grande parte dos associados acredita que abril será ruim”, completa o presidente da Associação.

O estudo feito com o empresariado do setor de materiais de construção sobre o mercado externo mostra que 66,7% dos associados acreditam que abril será um mês regular e 6,7% ruim.
Em março os associados da ABRAMAT estavam com altas expectativas para exportações. 26,7% acreditavam que o mês seria muito bom e 46,6% bom.

O desanimo é explicado pela supervalorização do real que não permite uma melhora nas exportações. Quando nossa moeda está barata, vende-se muito mais para o mercado externo.

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Construção civil tecnologia permite substituir a sílica ativa

Uma descoberta feita por pesquisadores da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) da Unicamp promete trazer uma série de benefícios para o setor de construção civil.
Eles conseguiram desenvolver um processo capaz de obter partículas semi-amorfas de sílica, que pode substituir a sílica ativa na produção de concreto.

A sílica ativa é um produto da metalúrgica, um pó fino pulverizado que decorre da fabricação do silício metálico ou ferro silício. Seu uso na produção de concreto gera uma elevação no valor do produto final.

Com esta tecnologia nova, será possível usar a sílica semi-amorfas garantindo benefícios como maior durabilidade do produto, maior segurança, economia e ainda maior trabalhabilidade, menor calor de hidratação e menor permeabilidade.

“A aplicação destas partículas semi-amorfas de sílica é inédita na substituição da sílica ativa como aditivo de concreto de alto desempenho para construção civil”, revela o professor Carlos Kenichi Suzuki, da FEM, que é o responsável pelo desenvolvimento da tecnologia.

Novidade promete trazer vantagens para a construção civil.

A tecnologia já foi licenciada e agora está sendo testada pela empresa BMRC para ser distribuída ao mercado de construção civil. Os testes realizados deverão mostrar como as partículas irão se comportar para então passar a ser distribuída pela empresa.

Durante este período os pesquisadores esperam que a crise que tem afetado o setor – por conta dos escândalos de corrupção que atingiram grandes construtoras – diminua e faça o setor voltar a crescer.

Pelos estudos realizados na Unicamp é possível garantir que a produção de partículas semi-amorfas apresenta um efeito com muito menor propensão a se aglomerar, ao contrário do que acontece com a sílica ativa que sofre com aglomeração e, com isso, gera a redução da reatividade.

Outro ponto positivo é explicado pelo professor Carlos Kenichi Suzuki, da FEM: “a solubilidade é aumentada em comparação com partículas de sílica cristalina maior, reagindo com outros componentes em meio aquoso, aumentando a resistência mecânica do concreto e diminuindo o tempo de cura”.

Fonte: http://www2.portalnovidade.com.br/tecnologia-desenvolvida-na-unicamp-permite-substituir-a-silica-ativa-na-construcao-civil/

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