Construção Civil

Os andaimes utilizados com segurança

Os andaimes mais utilizados nos dias atuais são os andaimes do tipo “torre” (Fig.1, Fig.2). Ocorre que vemos nos mais diversos locais de trabalho a montagem e o uso incorreto desse equipamento. E por que ocorre isso? Seria a falta de informação, cultura do improviso, pressão do prazo de entrega do serviço?

Quando falamos em andaimes, geralmente somos levados a imaginar um equipamento bem simples, onde qualquer colaborador com coragem suficiente para trabalhar em altura pode montar e utilizar o equipamento, sem treinamento e as informações necessárias.

Não é difícil encontrar equipamentos montados e utilizados das piores formas possíveis (FIg.3, Fig.4.)

Existem regras para os andaimes? Existem regras para fabricação, montagem e uso dos andaimes? Sim, existem. Elas são chamadas de Normas Regulamentadoras (NR’s) e Normas Brasileiras (ABNT NBR). Algumas dessas Normas englobam as regras para os andaimes e a NR18 e NBR 6494 são algumas delas. Vale destacar a NR35, que define conceitos importantes para o trabalho ema altura.

Sabendo que existem Normas que regulamentam os andaimes, podemos descartar a simplicidade do equipamento. Apesar de popular devemos nos ater às diversas características obrigatórias deste equipamento, desde sua fabricação até sua desmontagem.

Não é objetivo desse post descrever minuciosamente cada Norma e suas características, mas quando pensamos em andaime, temos que levar em conta as seguintes etapas e suas particularidades:

  • Fabricação (Projeto de fabricação do andaime, responsável técnico, ART de fabricação do andaime, Memoriais de cálculo)
  • Montagem (Projeto de montagem do andaime, responsável técnico, ART de montagem do andaime, Trabalhadores treinados e capacitados para montagem, Análise de Risco)
  • Uso do equipamento (Liberação  e acompanhamento do uso do equipamento por profissional habilitado, Treinamento e capacitação dos colaboradores que irão utilizar o equipamento)
  • Desmontagem (Projeto de desmontagem do andaime, responsável técnico, ART de desmontagem do andaime, Trabalhadores treinados e capacitados para desmontagem, Análise de Risco)

Outro item de extrema importância é o SPIQ (Sistema de Proteção Individual Contra Queda). Em breve um post apenas sobre este sistema.

Voltando agora a nossa pergunta inicial:

O uso incorreto dos andaimes seria falta de informação, cultura do improviso, pressão do prazo de entrega do serviço…?

Acreditamos ser um pouco da cada ou todas ao mesmo tempo. É fato que o uso dos andaimes se popularizou e vem sendo usado de forma incorreta tanto em pequenas obras quanto em grandes empreendimentos.

Resta à comunidade buscar informações, uma consultoria especializada e a parceria de profissionais conhecedores do assunto afim de agir com prevenção, protegendo e salvando vidas.

Andaime: Plataformas necessárias à execução de trabalhos em lugares elevados, onde não possam ser executados em condições de segurança a partir do piso. São utilizados em serviços de construção, reforma, demolição, pintura, limpeza e manutenção

ABNT: é responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (ABNT NBR), elaboradas por seus Comitês Brasileiros (ABNT/CB), Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE).

Normas Regulamentadoras (NR): são disposições complementares ao capitulo V da CLT, consistindo em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. A elaboração/revisão das NR é realizada pelo Ministério do Trabalho adotando o sistema tripartite paritário por meio de grupos e comissões compostas por representantes do governo, de empregadores e de empregados.

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Projetos capacitam atuação de mulheres na construção civil

Alunos da Universidade de São Paulo (USP), no Campos de São Carlos, desenvolveram um projeto para ensinar mulheres a desenvolverem pequenos reparos domésticos e serviços na área da construção civil.

O projeto tem como objetivo empoderar as mulheres do município que vivem em situação de vulnerabilidade, permitindo que elas tenham autonomia financeira através da realização desses trabalhos.

Com o nome de Mulheres à Obra, o programa de capacitação irá ensinar serviços elétricos, hidráulicos, civis e de marcenaria por meio da organização internacional e sem fins lucrativos Enactus, que fomenta o empreendedorismo social dentro das universidades.

Além deste projeto da USP, há outros cursos de capacitação focado para mulheres com o objetivo de prepara-las para os trabalhos na construção civil. No Rio de Janeiro temos o projeto Mão na Massa, que já capacitou mais de 1.000 mulheres.

No Rio Grande do Sul, a ONG Mulher em Construção já conseguiu atender 4.000 mulheres, ensinando ofícios de pedreiras, pintoras, azulejistas, ceramistas e eletricistas.

Número de mulheres na construção civil aumenta a cada ano

O mercado da construção civil tem visto aumentar o número de mulheres que estão atuando na área. Entre 2007 e 2009 a contratação de mulheres na construção civil deu um salto de 44,5% e hoje o número de profissionais passa de 200 mil mulheres.

Os cursos de engenharia civil também começam a receber mais mulheres, hoje cerca de 30% dos alunos nas universidades para este curso são mulheres.

Cursos como o Mulheres à Obra e similares são importantes para aumentar a quantidade de mulheres no setor e por oferecem uma profissão para quem está em situação vulnerável, precisando de qualificação profissional para ter uma renda.

Com o tempo veremos ainda mais mulheres atuando no setor, exercendo diversos trabalhos nas obras, tornando a construção civil um ambiente equiparado entre homens e mulheres.

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Construção Civil: Capacete tecnológico permite visão de raio-X em paredes

A tecnologia tem modificado diversas etapas no trabalho da construção civil e a maior prova de que não há limites para o avanço tecnológico é o capacete que permite ver através das paredes. Isso acontece porque a viseira desse capacete acessa o Building Information Model (BIM), que é instantaneamente projetado em seu campo de visão.

Com este instrumento é possível ter uma visão de raio-X, permitindo que o profissional consiga ver se há canos de água, fiação, além de conhecer a estrutura da parede sem precisar quebrá-la, diminuindo assim o tempo de realização de reformas.

A novidade promete revolucionar o trabalho de arquitetos e engenheiros, que poderão coordenar melhor o trabalho por ver de forma ampla o que está por trás das paredes, fazendo projetos de forma mais rápida.

Imagine a situação onde é preciso quebrar uma parede, porém no meio do processo descobrem uma instalação hidráulica que se rompe, gerando desperdício, sujeira e atrasando a obra. O equipamento surge então como alternativa eficiente para acabar de uma vez por todas com este tipo de problema e agilizar os processos de construção e reforma.

Com o nome de DAQRI Smart Helmet, o capacete foi desenvolvido exclusivamente para empresas da construção civil, permitindo que construtores, engenheiros e arquitetos utilizem essa tecnologia revolucionária.

A proposta é facilitar o trabalho oferecendo a visão de raio-X aos profissionais da construção civil que poderão entregar trabalhos com mais rapidez e menor índices de falhas. “Ele habilita você a tomar decisões em campo, ao invés de esperar até o final do seu turno para verificar com seu supervisor”, declarou o diretor de produtos da DAWRI, Roy Ashok.

Nos Estados Unidos já há profissionais utilizando esse capacete comercializado em pequenas escalas no valor de US$ 15.000 (15 mil dólares), mas a aposta da empresa é que em breve esse equipamento seja popularizado.

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Reforma: plataforma promete ajudar clientes a economizarem

Um estudo do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) mostra que 70% das pessoas gostariam de contar com um arquiteto em seus projetos de reformas e obras, mas 85% dos entrevistados fazem esses serviços sem o apoio técnico necessário.

A grande maioria acredita que o serviço de um arquiteto é caro e que, por conta disto, não poderá arcar com a obra e o valor do trabalho de um profissional.

“Existe um conceito de que contratar um arquiteto para desenvolver um projeto é algo muito caro e que o custo benefício não vale a pena. O que não é verdade, pois um projeto bem elaborado pode reduzir em até 25% os custos de execução da obra e evitar os transtornos comuns com fornecedores e de retrabalho”, garante o arquiteto Ivan Cassola.

Foi pensando em unir essa quantidade incrível de pessoas interessadas em reforma com profissionais que Cassola desenvolveu o a Arkdek, uma plataforma que conecta quem precisa reformar com arquitetos de maneira 100% digital.

“O projeto é um guia da obra, para organizar e facilitar a sua execução, uma espécie de manual de instalação. É uma maneira de criar condições para colocar em prática as vontades e as necessidades das pessoas em relação a obra, possibilitando que elas se encaixem dentro do orçamento”, explica.

Através dessa plataforma o interessado em fazer uma reforma poderá definir várias questões antes de começar o projeto, conseguindo assim economizar não apenas dinheiro, mas também o tempo da execução da obra.

Um projeto de arquitetura contempla todas as informações necessárias sobre cada ambiente, como planta de layout (distribuição de espaço), detalhamento de instalações hidráulicas e elétricas, sugestões de acabamento (pedras, louças, metais, pisos, cortinas, revestimentos, etc) e um estudo com imagens de referência do mobiliário.

Definindo os detalhes já é possível iniciar a reforma sem se preocupar com problemas que podem surgir no meio do caminho e que geram gastos extras.

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Filtro solar é Equipamento de Proteção Individual na construção civil

Empresas da construção civil precisam se atentar para o que determina uma portaria do Ministério do Trabalho que colocou o filtro solar como Equipamento de Proteção Individual (EPI).

Como a maioria das obras acontecem em locais abertos, os trabalhadores ficam expostos ao sol e propensos a desenvolver o câncer de pele.
A doença mata mais de 3 mil brasileiros todos os anos e pode ser evitada através do uso de protetor solar que deve ser aplicado todos os dias.

Para se ter uma ideia do nível de desenvolvimento desta doença, o câncer de pele corresponde a 30% dos tumores malignos registrados no país. Só em 2016 175.760 casos da doença foram identificados no Brasil.

Empresas do setor de construção civil já entenderam a importância do uso do filtro solar e já entregam o produto aos seus colaboradores.

Um dos principais exemplos é o trabalho da empresa Dinâmica Engenharia que atua em Goiás. A empresa dá palestras aos seus trabalhadores sobre o tema e os estimula a passar o protetor todos os dias.

Empresas da construção civil devem tratar sobre o tema:

Na Dinâmica Engenharia a técnica de segurança do trabalho, Marta Vilela, explicou que os trabalhadores da construção civil devem aplicar o protetor duas vezes ao dia, ainda que o dia esteja nublado.

“Eles passam o filtro solar ao chegarem na obra e ao retornarem do almoço”, afirmou a profissional. Ainda de acordo com ela a empresa gasta 8 itros de filtro solar só em uma de suas obras.

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) indica o uso de protetores com no mínimo o FPS 30 que forma uma barreira contra os raios solares que podem causar a doença.

Fora isso, o instituto também indica o uso de chapéus ou bonés, indica o uso de roupas de mangas longas de algodão e, quando for possível, usar óculos de sol.

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Indústria de materiais de construção está mais otimista

O mês de abril foi um divisor de águas na indústria de materiais de construção, segundo termômetro do mercado feito pela ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria Materiais de Construção).

A sondagem realizada com empresas do setor mostra que a expectativa é de um crescimento de 25%, o dobro do desempenho apresentado no mês de março que ficou em 12,5%.

“O otimismo do empresariado é um balizador relevante para toda cadeia do setor da construção, principalmente para o mercado interno”, afirmou Walter Cover, presidente da ABRAMAT.
O setor tem mostrado melhoras nos últimos meses, após meses de estagnação estimulada pela crise financeira. Para que o mercado melhor de fato, há uma série de medidas que precisam ser tomadas.

“Ainda há fatores que precisam melhorar como corte na taxa de juros, redução do desemprego e ações do governo federal para que o país retome o crescimento para os próximos meses”, destaca Cover.

O mercado de materiais de construção vem apostando em uma melhora por conta de programas como o Cartão Reforma, um benefício do governo federal que permite o financiamento da compra de produtos para construção e reforma.

Mercado externo de materiais de construção tem baixa expectativa.

Se o mercado interno está retomando o crescimento, o externo pode demorar para mostrar melhoras segundo os associados da ABRAMAT.

“A valorização do real prejudica o mercado externo e por esse motivo grande parte dos associados acredita que abril será ruim”, completa o presidente da Associação.

O estudo feito com o empresariado do setor de materiais de construção sobre o mercado externo mostra que 66,7% dos associados acreditam que abril será um mês regular e 6,7% ruim.
Em março os associados da ABRAMAT estavam com altas expectativas para exportações. 26,7% acreditavam que o mês seria muito bom e 46,6% bom.

O desanimo é explicado pela supervalorização do real que não permite uma melhora nas exportações. Quando nossa moeda está barata, vende-se muito mais para o mercado externo.

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Construção civil tecnologia permite substituir a sílica ativa

Uma descoberta feita por pesquisadores da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) da Unicamp promete trazer uma série de benefícios para o setor de construção civil.
Eles conseguiram desenvolver um processo capaz de obter partículas semi-amorfas de sílica, que pode substituir a sílica ativa na produção de concreto.

A sílica ativa é um produto da metalúrgica, um pó fino pulverizado que decorre da fabricação do silício metálico ou ferro silício. Seu uso na produção de concreto gera uma elevação no valor do produto final.

Com esta tecnologia nova, será possível usar a sílica semi-amorfas garantindo benefícios como maior durabilidade do produto, maior segurança, economia e ainda maior trabalhabilidade, menor calor de hidratação e menor permeabilidade.

“A aplicação destas partículas semi-amorfas de sílica é inédita na substituição da sílica ativa como aditivo de concreto de alto desempenho para construção civil”, revela o professor Carlos Kenichi Suzuki, da FEM, que é o responsável pelo desenvolvimento da tecnologia.

Novidade promete trazer vantagens para a construção civil.

A tecnologia já foi licenciada e agora está sendo testada pela empresa BMRC para ser distribuída ao mercado de construção civil. Os testes realizados deverão mostrar como as partículas irão se comportar para então passar a ser distribuída pela empresa.

Durante este período os pesquisadores esperam que a crise que tem afetado o setor – por conta dos escândalos de corrupção que atingiram grandes construtoras – diminua e faça o setor voltar a crescer.

Pelos estudos realizados na Unicamp é possível garantir que a produção de partículas semi-amorfas apresenta um efeito com muito menor propensão a se aglomerar, ao contrário do que acontece com a sílica ativa que sofre com aglomeração e, com isso, gera a redução da reatividade.

Outro ponto positivo é explicado pelo professor Carlos Kenichi Suzuki, da FEM: “a solubilidade é aumentada em comparação com partículas de sílica cristalina maior, reagindo com outros componentes em meio aquoso, aumentando a resistência mecânica do concreto e diminuindo o tempo de cura”.

Fonte: http://www2.portalnovidade.com.br/tecnologia-desenvolvida-na-unicamp-permite-substituir-a-silica-ativa-na-construcao-civil/

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Mulheres conquistam cada vez mais espaço na construção civil.

Dados divulgados pela Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) mostram que o número de mulheres na construção civil representa 9,74% do número de trabalhadores.

Ainda que seja um número baixo, já representa um aumento significativo em um setor que por muitas décadas era formado apenas por homens.
Só na cidade de São Paulo, por exemplo, os dados do RAIS de 2015 mostravam a participação de 68.398 mulheres trabalhando em áreas da construção civil.

Para a a gerente de Medicina Ocupacional do Seconci-SP, dra. Ina Irene Liblik Quintaes, o aumento da presença feminina em construções se deve, entre outros motivos, à qualidade de execução da mão de obra feminina; ao zelo com os equipamentos e nível de atenção aos detalhes em atividades de acabamento.

Segundo ela as mulheres possuem características próprias como a meticulosidade e a capacidade de refinamento na execução das tarefas.
“Elas são procuradas sobretudo para atividades que requerem profissionais atentos a todos os detalhes, e que sejam perfeccionistas e caprichosas, como pinturas, assentamento de peças cerâmicas e instalações elétricas”, explica a médica.

Empresas da construção civil precisam aumentar segurança nos canteiros.

As empresas que contratam mulheres conseguem retornos econômicos positivos, pois as mulheres costumam chegar no horário, utilizam corretamente os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e ferramentas, reduzindo em muito os custos com acidentes de trabalho e desgaste dos materiais.

Mas os empregadores precisam ficar atentos e respeitar a estrutura física da mulher para evitar a sobrecarga. A própria Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) trata sobre o assunto, determinando que as mulheres não podem prestar serviços que exijam força muscular superior a 20 kg para o trabalho contínuo, ou 25 kg para trabalhos ocasionais.

Os cuidados, segundo a dra. Ina, de uma empresa do setor de construção civil devem se estender para a rotina de trabalho, inserindo pausas, verificando os EPIs que melhor se adequam à mulher e facilitar o transporte e manuseio de cargas.

“Vale lembrar que é essencial respeitar as paradas para a alimentação, hidratação, fornecer o protetor solar e estar ciente de que no período menstrual existe uma baixa da resistência e da imunidade da mulher e que nesse período pode existir um declínio no desempenho no trabalho”, explica a médica.

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Setor da Construção Civil aposta em crescimento e geração de empregos

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) acredita que as novas medidas do Programa Minha Casa Minha Vida irão movimentar toda a cadeia da construção civil e gerar empregos.

As novas medidas foram anunciadas pelo Governo Federal no ínico de fevereiro com o objetivo de combater o déficit habitacional e impactar diretamente a economia do País.

Para o presidente da Abrainc, Rubens Menin, o crescimento econômico do país está diretamente ligado ao crescimento da construção civil. “O setor da construção representa 8% do PIB e é o que mais emprega.
Vai ter um impacto muito grande na economia, no desenvolvimento social e evidentemente no emprego”.

Para ele, as novas medidas irão ajudar o país a voltar a crescer o que é ótimo para o setor que sofreu com a crise financeira dos últimos dois anos.

“Esse é um pilar mesmo importante para o País voltar a crescer sustentavelmente, voltar a empregar, criar desenvolvimento social, e a casa própria é desenvolvimento social”, completou.

Construção Civil deve aumentar o número de funcionários

As novas medidas reajustam o perfil de renda das famílias que poderão participar do Minha Casa Minha Vida.

As mudanças fora de: R$ 2.350,00 para R$ 2.600,00 na Faixa 1,5; de R$ 3.600 para R$ 4.000,00 na Faixa 2; e de R$ 6.500,00 para até R$ 9 mil na Faixa 3.

Outra alteração foi no valor do imóvel nas operações do FGTS que agora pode chegar até 240 mil, dependendo da região do País.

Quem também aposta que essas medidas irão melhorar o setor da construção civil e aumentar o emprego é a vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Betinha Nascimento.

Ao Portal Planalto ela comentou que as construções através do programa melhoram todo o mercado, desde a fabricação dos materiais de construção, até aos trabalhadores finais.

“Hoje o setor que mais agiliza na resposta imediata é a construção civil. Começa na areia, no cimento, na brita. É a cadeia dos ‘mil itens’. É um segmento que movimenta todo o mercado”, declarou.

“Além dos trabalhadores que o setor emprega, ainda tem a geração de empregos indiretos”, completa.

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Uso de água de reuso na construção civil é alternativa sustentável no ES

No Espírito Santo uma iniciativa sustentável tem reutilizado a água as Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) em atividades industriais, construção civil e irrigação de espaços públicos.

Para evitar o desperdício de água tratada, própria para o consumo humano, a Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan) tem feito o tratamento capaz de remover de 95 a 99% da carga orgânica do esgoto.

Com isso, a água fica própria para o manuseio – não para o consumo – evitando assim que a água da torneira seja usada nesses processos industriais.

“O efluente, após passar por um processo de desinfecção por um equipamento ultra-violeta, recebe cloro granulado, que mantém a quantidade de cloro acima de 1 mg/l. Isso significa que a água de reuso é 100% segura para ser manuseada por humanos e pode ser utilizada para fins menos nobres, explica o engenheiro Fernando Baptista, da Cesan.

Alternativa sustentável para a construção civil.

Em 2015, quando a Prefeitura de Vila Velha passava por uma crise hídrica, a Agência Estadual de Recursos Hídricos e determinou a proibição do uso de água tratada para atividades diversas ao consumo humano.

Desde então, a irrigação de áreas verdes, a lavagem de ruas e outras atividades da Prefeitura só são realizadas com a água de reuso, levando a economia de 80 mil litros de água diariamente.
Agora empresas da construção civil também podem utilizar a água tratada, desde que atendam algumas exigências estabelecidas na Norma de Utilização da Água das Estações de Tratamento.

Entre as exigências é preciso que a empresa tenha um engenheiro responsável que se comprometa a atender as especificações legais e a correta sinalização do transporte dessa água.

Outra exigência é ter um veículo próprio para o transporte da água tratada, não podendo ser utilizado também para transportar água potável.

A iniciativa sustentável pode servir de exemplo para que outras prefeituras e órgãos responsáveis encontre uma alternativa que venha a beneficiar não apenas o setor de construção civil, mas também de serviços de limpeza de empresas privadas e públicas.

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